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Histórias

 
Histórias que deram certo:

Adote um animal!!! Vcs que gostam realmente... Eles merecem um lar e muito amor!!!

No dia 03/05/07,eu estava voltando da escola com uma amiga minha. Estávamos conversando, quando passou um carro do meu lado e falou comigo: olhe para tras! Eu nem dei muita importancia e continuei andando e não olhei para tras. Passando algum tempo, eu escutei um choro atras de mim e resolvi olhar, era um cachorrinho muito pequenino... ele estava me seguindo e eu nem percebi. Eu fui para o lado dele e ele veio me lambendo, brincando. Eu continuei andando e ele me seguia... resolvi pegar ele no colo... ele estava cheio de pulgas, de carrapato. Resolvi levar ele para minha casa... chegando em casa o meu outro cachorinho pulou em mim,  viu o cachorrinho no meu colo. Ele começou a chorar, eu coloquei o filhotinho no chão e ele começou a brincar com ele...eu entrei para dentro de casa e resolvi dar banho nele para tirar um pouco das pulgas dele que eram demais. Ele ficou todo alegre. Depois eu tive que dar banho no meu outro cachorro. Minha mae não estava em casa... fiquei com medo dela nao deixar eu ficar com ele, mas quando ela chegou eu mostrei para ela e achou ele muito bonitinho... resolvemos ficar com ele porque ele é muito carinhoso e carente... onde a gente vai, ele vai atras correndo. Gosto muito de animais...eu dei para ele o nome de LAYON... ele parece ser da raça Fila, ele parece um tigrinho muito brincalhão e carinhoso. O meu outro cachorro é um Poodle e se chama BILLY... é muito bricalhão. Eu amo eles... são meus amigos mesmo. Vocês que estão em duvida de adotar um animalzinho,  não tenham medo... vai ser a melhor alegria que vocês vao ter em casa ou em qualquer lugar... eles dão muito valor para quem dá um lar para eles, para quem cuida deles com amor.

 
Depoimento de Renata Pinheiro - Ubá - Minas Gerais

 

A Generosidade de Deus!

 

Eu quero contar minha história para incentivar as pessoas a adotarem um animal. Tinha acabado de voltar para minha cidade depois de uma separação e estava triste... um dia chegando a casa de minha mãe tinha um cachorrinho todo cheio de sangue na garagem, cheguei perto dele e ele me avançou. Como tinha muito sangue e ele estava bravo, peguei um pano e joguei por cima dele e saí correndo para o veterinário, estava magro e com as orelhas rasgadas, cuidei dele e hoje digo que ele é meu anjo de guarda, nunca se separa de mim, sabe quando estou triste e deita sua cabeçinha em meu ombro, é como se dissesse... eu estou aqui para te proteger. Foi um presente de Deus. Passado um ano, minha prima me ligou dizendo que tinha uma cachorra jogada em um terreno perto do trabalho dela, fomos lá ver e a cena foi chocante, ela só conseguia levantar a cabeça, chovia muito e não conseguimos pegá-la. Voltamos no outro dia e agora com um pano porque ela avançava. Desta vez levamos-a, chegando no veterinário ele disse que talvez não sobrevivesse porque estava muito fraca e com a bacia triturada e eu disse para fazer o impossível para salvá-la, tinha os olhinhos mais tristes que já vi, ela ficou internada seis meses na clínica. Além da bacia tinha um tumor, fez cirurgia, teve hemorragia e agora olhando para ela aqui deitada ao meu lado penso que foi a melhor coisa já fiz em minha vida, ela é linda, linda, linda, parece uma princesa, chama a atenção de todos, feliz, brinca como ninguém, é fiel e adora o Yuri o meu primeiro filho adotivo. É assim que os considero, meus filhos. Deus foi generoso comigo, me deu duas criaturinhas para cuidarem de mim e eu hoje sou a pessoa mais feliz deste mundo!
Eliana Dias - Pouso Alegre - Minas Gerais - 2.006

Depoimento sobre a adoção de Tico Jr.

Para entender a história do Amarelo (Tico Jr.) é preciso contar a historia do Tico Pai.

O Tico Pai foi um gato que apareceu na nossa rua, perdido e muito magro. Meu marido é apaixonado por gato amarelo, minha sogra o chamou e perguntou se ele não queria um gato amarelo, foi amor à primeira vista. Cuidamos dele, demos comida, banho, muito carinho e amor. Éramos loucos por ele, mas cometemos alguns erros, não castramos o Tico Pai e ele vivia saindo, mas sempre voltava, até aí tudo bem. Um dia resolvemos aproveitar a campanha de vacinação contra raiva e fomos vacinar os gatos. O Tico Pai ficou muito assuntado pois nunca tinha sido vacinado, mordeu meu marido e saiu em disparada pela rua, entrou numa casa e não o vimos mais. Eu e meu marido o procuramos por muito, muito tempo, de dia, de noite, perguntando aos vizinhos, mas ninguém o tinha visto. O Tico Pai não voltou mais. Primeiro veio a raiva pela burrice cometida, principalmente minha, mas pior foi a tristeza que veio depois, essa, sim, acabou comigo. Ficamos apenas com a gatinha pretinha da minha sogra.

Agora começa a história do Amarelo (Tico). Em um destes dias meus de tristeza resolvi entrar na internet em busca de informação sobre gatinhos. Encontrei um site - PetMG - onde eles estavam doando gatinho. Fiquei doida, comecei a navegar pelo site, quando achei a parte onde mostrava os gatinhos disponíveis para adoção. Uma das fotos não carregou, fiquei curiosa e mesmo assim cliquei para ver se a foto aparecia. Quando menos esperava estava a foto do Amarelo (Tico). Meu coração bateu forte. Quando olhei o telefone de contato para ver onde era o lugar em que se encontrava o Amarelo foi a maior surpresa, era da veterinária na esquina da minha casa. Não acreditei, já eram 22h, estava chovendo e nós fomos até lá para ver o gatinho. Quando chegamos à veterinária, estava aberta. Meu marido falou: “vocês ainda estão com o gatinho amarelo para adoção, pois se ele estiver aí já tem um novo dono”. Ele estava lá, o pegamos no colo e não soltamos mais. Acho que foi o destino... Estava escrito que aquele gato era nosso.

Hoje estamos super felizes e aprendemos com nossos erros. O Amarelo que hoje se chama Tico já foi castrado e vamos vaciná-lo apenas na veterinária. Pois perder um animal de estimação, como nós perdemos o Tico Pai, foi muito triste.

Izabela e Marcelo - Belo Horizonte/MG - Maio de 2.006

Depoimento sobre a adoção de Conchita (ex Pretinha) ...

. Olá!

Tudo bem conosco, passamos muito bem o carnaval, com muita tranquilidade. Conchita está ótima, está dando muito certo com Gaya, as duas brincam todo o tempo. Agora ela está se soltando mais, nos primeiros dias ela ficava longe, debaixo dos carros e escondida na horta, aos poucos fui conseguindo aproximar dela, pegando no colo e fazendo carinho. Ainda assusta a toa, qualquer coisa é motivo para ela sair correndo. Fui ao veterinário com as duas e irei vermifugar os três dia 04/03/06. Só uma coisa aconteceu durante o carnaval, tomamos o café da manhã ao ar livre na varanda, distraímos um pouco, não deu outra, Conchita roubou uma bandeja de presunto e mandou ver, correu para debaixo do carro e comeu tudo. Não bati não, pois a coitada se virava como podia na rua. Elas estão comendo bem, comprei um comedor automático. Durante o carnaval comeram muito, fiquei admirado, acredito que depois vão reduzindo e  espaçando mais. Amanhã voltaremos para o sítio, vou tentar tirar umas fotos e mandarei.

Abraços, Elton Guedes - 29 de março de 2.006

Depoimento sobre a adoção de Diana

Quando vi a Diana no abrigo, me deu um pouco de medo de adotá-la. Ela estava com conjuntivite crônica e uma dermatite que já estava tomando conta das orelhas. Além disso, aquele animalzinho super tímido, que mal me olhava nos olhos parecia extremamente carente. Só que se eu não a ajudasse a encontrar um lar definitivo, talvez ninguém o fizesse! Muitas vezes, quando vemos um animal abandonado na rua ou precisando de ajuda, há uma única oportunidade da qualidade de vida deles mudar: a nossa atitude! Por isso trouxe a Dianinha para casa e ela está linda! Já se curou da conjuntivite, está quase boa da dermatite e o que é mais lindo: ela não tem mais o olhar de desesperança e desânimo. A Diana agora tem um olhar alegre, os olhos dela brilham e não têm mais remela. A Diana agora late! Ela late, pula, brinca e dorme na caminha dela. Agora ela tem amigos até o fim da vida e depois dela também! Quem já adotou sabe do que estou falando, quem está na dúvida deveria experimentar uma das melhores sensações do mundo: afagar um animal que já esteve muito mal e que graças a você e a muitos outros seres Humanos, solta um suspiro antes de adormecer tranquilamente nos seus braços. Adriana Motta - Belo Horizonte - MG

 

Depoimento sobre a adoção de Azteca

A Azteka vai fazer seis meses agora em dezembro, pois tinha cerca de três meses quando a adotamos, em setembro. Ela já tomou todas as vacinas, os  vermífugos, e está bem grande. Pesa 6,3kg! Está sapeca como sempre! Adora  passear! E também adora gente! É um custo para segurá-la quando passa alguém  por perto, pois parece que ela vai arrebentar a coleira! Nós já demos  alguns banhos nela, e o pêlo está lindo! Ela adora brincar, e tudo é brinquedo  para  ela! Ela também come muita ração, e bebe muita água, e isso é ótimo, pois  mostra como está saudável. Está lindíssima!

Eduardo e Tania Belo Horizonte - Minas Gerais - Novembro de 2.005

Gatinho Sortudo

Em abril de 2001 eu estava me sentindo muito só. Eu havia acabado de casar o meu filho um ano antes. Como trabalho fora o dia todo, ao chegar em casa sentia um vazio muito grande. Minha mãe não conversa muito e eu via a novela e ia dormir. Comecei a pensar em adotar um gatinho, pois o apartamento é pequeno e minha mãe idosa, não queria dar trabalho a ela com um cãozinho.Fui a uma clínica veterinária, que às vezes tinha animais para doar. Chegando lá encontrei uma linda gatinha preta e branca, de uns 3 meses, muito assustada e magrinha. Comprei os apetrechos necessários, levei-a para casa e dei-lhe o nome de Meg. Minha mãe não agradou muito, mas acabou aceitando. Porém Meg começou a ficar muito agressiva com ela e acabei tendo que doá-la para um colega que tinha um sítio onde morava o pai, que adorava gatos.

No domingo, da semana que a Meg iria embora, fui caminhar pela manhã. No caminho, numa rua que tem grande movimento de carros e ônibus, vi uma coisinha pequenina, da cor de fumaça, parecendo uma bolinha no passeio, do lado que não havia casas. Quando me aproximei ele se levantou, empinou o rabinho e veio caminhando para mim. Foi amor à primeira vista, de ambas as partes. Coloquei-o na mão e corri para o veterinário mais próximo. Era tão pequenino que cabia na palma da mão. Estava infestado de pulgas, mas gordinho. O veterinário falou que devia ter uns 20 dias e ainda estava mamando e que talvez, por ser gordinho, a mãe não tenha conseguido pular o muro da igreja com ele. Colocamos frontline spray e esperamos um pouco. Levei-o para casa e dei-lhe um banho morninho, para tirar os resíduos do remédio para que ele não lambesse e coloquei o nome de Bóris.

Hoje, aí está, com 4,5 anos (nas fotos tinha 1 ano), um gatão prateado, lindo, de olhos verdes, com 5,6 Kg e com todas a regalias que um gatinho pode querer. Toma conta de todos na casa e só vai dormir depois que todas as luzes se apagam. Se demoro a chegar do trabalho fica desorientado, indo de uma janela à outra (teladas). Quando chego, tenho que largar tudo e dar colo Só depois que vou acabar de chegar. É o meu grande companheiro.


Stela - outubro de 2.005 - Belo Horizonte - MG

Trauma, Depressão, História de Adoção

Era meados do mes de maio de 2004, tinha mudado do meu apartamento para um mais próximo ao meu serviço. Tudo corria muito bem, estava feliz com a casa nova, era tudo novo, mas infelizmente meu apartamento foi assaltado. Fiquei em uma depressão terrível, minha filha só vivia chorando e assustada, vendo a hora de alguém entrar em nosso apartamento novamente, mas eu não podia fazer nada, pois tinha que ir trabalhar. Foi quando uma amiga que trabalhava comigo sugeriu que eu dotasse um cãozinho para fazer companhia para minha filha, confesso que fiquei receosa, mas aceitamos a idéia.


Fomos num sábado na UIPA-SP (União Internacional Protetora dos Animais) escolher um cãozinho, queria um já adulto porque filhote todo mundo quer, chegando lá vimos um poodle sujo com o pelo todo cortado com tesoura (perguntei porque?) disseram que ele veio muito ruim da rua, com o pelo muito cheio de nós, que nem máquina conseguiria tosá-lo. Mesmo assim foi amor à primeira vista, levamos ele para casa, demos banho e depois de alguns dias conseguimos levá-lo para tosar. Hoje em dia, depois de quase um ano, ele é o companheiro da minha filha, está lindo.


Gostamos tanto da idéia que adotamos outro cachorrinho para fazer companhia para o poodle. Foi uma das coisas melhores que já fiz na minha vida. Espero que outras pessoas sigam o meu exemplo.


Cláudia Sanches - São Paulo - Março de 2.005

 

 

A História de Adoção de Luma (ex-Raposinha), que foi retirada de uma pessoa que vivia drogada e e a espancava...

Luma foi tudo de bom que aconteceu na minha vida. Eu tinha acabado de voltar do E.U.A e estava passando por um período de adaptacao aqui em nosso País, pois já havia estado fora por 10 anos e foi na minha Luma que encontrei paz e alegria, conforto e amizade. Ela está sempre do meu lado e é tão grata por tê-la adotado, eu sinto e vejo através dos olhos dela. Elaé muito feliz e amiga de todos aqui de casa. A última dela foi que minha irmã deu a luz uma menina que se chama Ana Clara, agora com cinco meses, e pode acreditar a Luma é a melhor guardiã que podíamos desejar para ela. Luma deita perto do carrinho e qualquer pessoa ou ruído que a Aninha faça, ela nos avisa com um latido baixo e carinhoso, não assustando a Aninha, mas sim avisando que ela está precisando de cuidados.


Eu a amo muito e sou super agradecido de ter encontrado o PETMG, que me
possibilitou ter ao meu lado a minha melhor amiga - LUMA.

Evandro Fonseca - Belo Horizonte - Minas Gerais - Outubro de 2.005